Filmes/Séries

Filme: Pet Sematary

Sabe aquele filme de terror antigo que muitos podem dizer que chega até a ser engraçado? Bom, eu particularmente adoro. Por isso vou indicar um filme de terror que acabei por assistir pela primeira vez na semana passada, mas que é muito interessante.

É um filme de 1989, baseado no livro do maravilhoso Stephen King, de mesmo nome, mas em português traduzido como “O Cemitério”. Na sua trilha sonora, temos nada mais, nada menos que a banda “Ramones”, encarregada com a música título do filme, também chamada de “Pet Sematary”. Com esse conjunto de coisas boas, não tinha como esse filme não ser um clássico do terror, não é mesmo?

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Dale Midkiff – Louis Creed
Fred Gwynne – Jud Crandall
Denise Crosby – Rachel Creed
Brad Greenquist – Victor Pascow
Michael Lombard – Irwin Goldman
Miko Hughes – Gage Creed
Blaze Berdahl – Ellie Creed
Susan Blommaert – Missy Dandridge
Mara Clark – Marcy Charlton
Kavi Raz – Steve Masterton
Mary Louise Wilson – Dory Goldman
Andrew Hubatsek – Zelda
Matthew August Ferrell – Jud (criança)
Lisa Stathoplos – Mãe de Jud (criança)
Stephen King – Padre na cena do funeral
Elizabeth Ureneck – Rachel (criança)
Chuck Courtney – Bill Baterman
Peter Stader – Timmy Baterman

Na história, conhecemos a família Creed que se muda para uma casa no interior, em busca de sossego. Eles conhecem o vizinho Jud, que é muito legal com eles. A filha do casal, Ellie, descobre que no jardim da casa tem a entrada de uma trilha. Essa trilha leva ao cemitério de animais, e ao cemitério Micmac, onde, segundo Jud, tanto pessoas como animais eram enterrados com o intuito de que elas voltassem a vida. Em um fim de semana onde a senhora Creed e os dois filhos vão visitar os pais dela, Louis Creed acaba tendo que lidar com a morte do gato de estimação da filha. Para ela não ficar abalada quando voltar de viagem, ele resolve enterrar o gato no cemitério Micmac. No dia seguinte, eis que o gato volta, mas não em perfeitas condições…

“Sometimes dead is better”/ “Ás vezes, é melhor ficar morto”― Stephen King, Pet Sematary

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Não posso contar mais do que isso, pois aí acabo com a graça da surpresa durante o filme, mas posso afirmar que ele tem momentos muito tensos. Ele é bem curioso, principalmente pelas cenas fortes envolvendo crianças. Eu realmente fiquei assustada com isso quando o assisti. Após o filme, fiquei pesquisando como foram feitas todas aquelas cenas, e aqui em baixo deixo algumas curiosidades retiradas desse site.

• Stephen King faz uma pontinha como o padre que reza um funeral.
• King teve a ideia para o romance por causa da morte de Smuckey, o gatinho de sua filha Naomi, que morreu atropelado.
• Zelda, irmã de Rachel, é interpretada por um homem com peruca. Isso porque não havia mulheres magras o suficiente para o papel.
• Sete gatos foram usados para o papel de Church.
• Stephen King exigiu que o filme fosse feito no Maine, na mesma locação em que a história se passa, e que o roteiro fosse rigorosamente seguido.
• George A. Romero seria originalmente o diretor do filme, mas, como as filmagens demoraram a acontecer, ele desistiu e Mary Lambert assumiu.
• O lendário astro de filmes de terror B, Bruce Campbell, foi a primeira escolha para o papel de Louis Creed.
• Tom Savini recusou a chance de dirigir o filme.
• Durante o filme, o personagem de Fred Gwynne menciona que ele teve um animal chamado “Spot”. “Spot” era o nome do animal da família no programa de TV, “Os Monstros”, estrelado por Gwynne.
• O cemitério Micmac foi construído no topo de uma montanha. De acordo com a diretora, bulldozers foram trazidos até lá para construírem os montes de pedra.
• O ator Fred Gwynne pintou o cabelo de branco especialmente para o papel.
• São atrizes gêmeas que interpretam Ellie Creed. Blaze Berdahl, entretanto, ganhou o crédito solo pelo papel.
• O retrato de Zelda quando criança mostra um gato ao seu lado, uma óbvia “referência” do que vai acontecer.
• Este é o primeiro filme de Miko Hughes, que só tinha três anos durante as filmagens.
• Mary Lambert disse que Fred Gwynne foi sua primeira e única escolha para o papel de Jud Crandall.
• Em uma entrevista, o ator Brad Greenquist disse que durante as paradas para o almoço, ninguém queria sentar perto dele por causa de sua maquiagem.
• Cada um dos sete gatos que fizeram Church foi treinado para fazer um movimento específico na frente da câmera.
• Stephen King esteve presente durante a maior parte das gravações. Era fácil para ele, já que sua casa ficava só a 20 minutos de distância.
• Esse foi o primeiro roteiro que King adaptou de um de seus próprios romances.
• No roteiro original, havia a aparição do wendigo/vendigo (um demônio nativo americano) que é mencionado no romance, mas acabou sendo cortado na versão final. Sua presença é apenas sugerida, enquanto Louis está andando pela floresta e ouve uma coisa grande derrubando uma árvore.
• King é um grande fã dos Ramones, e até cita algumas músicas deles no romance. Em retribuição, o grupo musical escreveu e gravou a música “Pet Sematary”, especialmente para o filme.

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Stephen King e o gato Church

CURIOSIDADES COM SPOILERS

• Um dos retratos na casa dos pais de Rachel mostra Zelda quando criança, antes de ter a meningite espinhal. Gage aparece, mais tarde no filme, com uma roupa parecida com a que ela usa nesta fotografia, bem como com o cabelo meio ruivo (assim como o de Zelda), sugerindo que ela voltou através de Gage, o que era o maior medo de Rachel.
• A fábrica do caminhão que atropela Gage é a International Paper Factory (antiga Champion Paper Factory), em Bucksport, Maine.
• Stephen King se inspirou para criar a história em eventos reais que aconteceram enquanto ele vivia em Orington, Maine, com a família. King lembra que, enquanto vivia lá, o gato da família foi atropelado na estrada. Muitas das reações emotivas de Ellie Creed foram tiradas diretamente do sofrimento da própria filha de King. King se lembra que seu filho caçula quase correu pra estrada enquanto um caminhão vinha dirigindo, exatamente como Gage. O personagem de Jud Crandall foi baseado em seu velho vizinho que vivia do outro lado da rua. Também havia um cemitério de animais de verdade na floresta atrás da casa de King, que se tornou a base do que aparece no romance.
• A casa de Jud é, na verdade, uma fachada construída sob uma casa menor que já existia. Durante o clímax em que a casa é incendiada, uma espécie de escudo foi posto entre as duas casas, para que a menor não sofresse danos.

Esperam que tenham gostado da dica!

Imagens: Pinterest

Beijos

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12 thoughts on “Filme: Pet Sematary”

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